Nossa Mantenedora

instituição mantenedora da Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto

Associação Musical de Ribeirão Preto

O mais antigo programa de um concerto sinfônico de Ribeirão Preto data de 1923. No início do século XX, surgiram as primeiras sociedades sinfônicas, com o objetivo de manter conjuntos orquestrais para concertos constantes do repertório erudito: a Sociedade de Concertos Sinfônicos de Ribeirão Preto, de 1923, a Sociedade Cultura Artística de Ribeirão Preto, de 1929, que mantinha a “Orchestra Symphonica de Ribeirão Preto”, e a Sociedade Musical de Ribeirão Preto, de 1938, seguindo a tendência das formações das sociedades sinfônicas tanto do Rio de Janeiro como de São Paulo.

A instituição mantenedora da Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto foi fundada no dia 23 de maio de 1938 com o nome de Sociedade Musical de Ribeirão Preto. Posteriormente, foi chamada de Sociedade Lítero-Musical e, atualmente, é a Associação Musical de Ribeirão Preto, sempre com a mesma característica, a de ser uma entidade sem fins lucrativos, que hoje conta com sócios, patrocínios e projetos de Leis de Incentivo à Cultura para a realização de suas atividades.

A Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto é mais antiga que a Associação que a mantém e, entre aqueles que se reuniram para fundá-la, existem pessoas de diferentes camadas sociais, como carteiro, fotógrafo, médico, advogado, comerciante, taxista, além de alguns músicos, que se encontraram no final do dia, depois do expediente, para ensaiar. Eles tocavam tão somente por amor à música.

Na cena musical de Ribeirão Preto, no século XX, era possível observar a formação de bandas, militares ou de coreto, além das chamadas Jazz Bands – na época, qualquer conjunto de bateria e instrumentos de sopro era chamado assim. É viável, portanto, estabelecer uma conexão entre os primeiros conjuntos musicais e o surgimento da OSRP.
Entre os grupos que aqui se tornaram conhecidos, estava o quinteto Max, formado por Ranieri Maggiori, Camilo Mércio Xavier, Max Bartsch, Francisco de Biase e Arthur Marsicano, que participaram, também, da formação da Sociedade Musical. Pela fama do quinteto, é bem provável que Max Bartsch tenha sido procurado pelos músicos que se encontravam disponíveis na cidade. Eles se juntaram ao Quinteto para formar a Jazz Band Cassino Antarctica e, posteriormente, a Sociedade Musical de Ribeirão Preto.

Hoje em dia, a Associação Musical de Ribeirão Preto mantém a Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto, que se aproxima de seu centenário e, também o projeto Tocando A Vida, que trata da inclusão sociocultural que permite às crianças, jovens e adultos, acesso à música através de aulas gratuitas de canto coral e instrumentos musicais.